Vou me casar! E agora? – Parte I: A Escolha da Data.

Oi gurias!

Ainda faltam uns 10 meses para o meu casamento, mas já me sinto no direito de fazer posts com dicas iniciais para quem acabou de decidir passar pelas neuras e emoções de uma festa de casamento. Como já fechei vários contratos (salão, vestido, decoração, igreja, fotógrafo), tenho várias experiências para compartilhar!

Já contei pra vocês como foi o meu Noivado.

Esse post será dividido em muitas partes, porque quando começo a escrever me empolgo e quero contar tudo, daí haja paciência das leitoras. Então vamos começar pelo início: a escolha da data, e algumas consequências dessa escolha.

 

Escolhendo o GRANDE DIA

Uma das primeiras diversões, depois que você e seu amor (ou amora) resolverem que vão fazer a festa, é imaginar uma data. O ideal é que tenham pelo menos 1 ano, para organizarem tudo com calma. Claro que existem casamentos que são planejados em dois meses, mas para isso você precisa fazer algo extremamente simples como um jantar para meia-dúzia em casa, ou ter um contracheque mais gordo que o da Ana Maria Braga. E mesmo com 1 ano de antecedência, já adianto que, dependendo dos profissionais que pretende contratar, todo esse tempo pode não ser suficiente. Claro que se você não tiver uma data específica em mente, é mais fácil fechar com uma igreja concorrida, por exemplo, porque é só chegar lá e conferir as datas vagas. Eu, louca, mirabolei um dia ideal, juntando todas as datas especiais do meu relacionamento com o Rodolfo (já falei sobre a data no post do noivado, que vocês podem conferir aqui no blog).

O principal é pensar em qual estação do ano você prefere casar, porque, mesmo não tendo controle sobre o tempo, aqui no sul as estações são bem definidas, e vão determinar muitas características da sua festa. Dizem que a noiva não sente frio, calor ou dor no dia, mas eu não queria minhas madrinhas tiritando de frio na porta da igreja, então escolhi o mês de março, que geralmente ainda faz calor.

 

Noiva prevenida também se descabela!

Eu decidi a data mais ou menos 1 ano e meio antes, e mesmo assim, passei por algumas dores de cabeça (e de barriga) para fechar algumas reservas. Meu fotógrafo favorito, por exemplo, tinha a nossa data livre :D, mas quando ele abriu a agenda na minha frente eu suei frio, porque TODOS OS OUTROS SÁBADOS DO MÊS já estavam reservados! 1 ano e meio antes!!

Com a igreja foi mais grave. Sente o drama: A recepção de eventos da igreja só abria a agenda para marcações de casamentos 1 ano antes. Ok. No dia certo, o Rodolfinho acordou cedinho e foi lá. As moças responsáveis não estavam, só abririam à tarde, porque era quarta-feira de cinzas. À tarde não podíamos ir, porque evidentemente para bancarmos uma festa de casamento não podemos ficar matando serviço. Como tinham 3 horários de casamento por sábado, estávamos tranquilos. No dia seguinte pela manhã, simplesmente disseram que não tinham mais a data. E não, não dava para trocar o dia, porque nessa altura do campeonato já estávamos com fotógrafo e salão contratados e pagos. Seria impossível conciliar outra data antes do inverno. Vocês podem imaginar que me descabelei, chorei, proferi xingamentos variados ao universo… só podia ser uma conspiração maligna, era muito azar, em apenas UMA tarde, 3 pessoas terem marcado o casamento na mesma igreja para a mesma data. Ligamos para outra igreja que eu gosto muito, mas que fica a mil quilômetros de distância do salão. Também não tinham mais a data. Eu já estava decidida: vou fazer a cerimônia no salão mesmo. O triste é que eu havia escolhido aquele salão principalmente porque ele era perto da igreja. Olhava as fotos dela e me lavava chorando. Ela é linda!

03

No outro dia, engoli o choro e liguei pra lá. Meu objetivo era pegar o telefone de alguma das noivas do dia, para tentar negociar. Eis que uma alma atenciosa me atende e diz que não, minha data não estava reservada, estava apenas com um bloqueio administrativo por causa de uma confusão com as noivas da semana seguinte, e que a qualquer momento liberariam para marcações. Nossa, que alívio! Recuperei a fé na humanidade nesse momento. Pedi para avisarem quando liberassem a data, para eu ir correndo marcar. Como igreja não é comércio (ou não todas), ninguém me ligou. Menos de uma semana depois, minha mãe bateu lá só para ver como iam as coisas, e o meu dia estava livre para marcações. Já tinham reservado a hora que eu queria, mas ao menos ainda havia um horário disponível. 🙂

E essa foi a saga da igreja, por enquanto. Ainda falta a entrevista com o padre e o curso de noivos. Desejem-me sorte!

 

No próximo post vamos conversar sobre o local da festa. Não percam!

Ainda tem post sobre o Convite dos Padrinhos, a Árvore de Digitais que eles fizeram, o Save The Date em clima de reforma e a Lua de Mel em Punta Cana.

Ahh, para as madrinhas também tem muitas coisas interessantes, como os Deveres das Madrinhas, o Vestido Ideal, a Maquiagem para a ocasião e os Penteados. E tem tudo sobre a Despedida de Solteira – Chá de Lingerie.

Blog Na

Anúncios

5 thoughts on “Vou me casar! E agora? – Parte I: A Escolha da Data.

  1. Pingback: Vou me casar! E agora? – Parte II: O local | asrendeiras

  2. Pingback: Retrospectiva 2014 | asrendeiras

  3. Pingback: Noivado de Rendeira | asrendeiras

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s